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terça-feira, 9 de outubro de 2018

O QUE HADDAD FEZ COMO PREFEITO DE SÃO PAULO?





O QUE HADDAD FEZ COMO PREFEITO DE SÃO PAULO?

FONTES:
Mapeamento de obras > https://tinyurl.com/jl9kk57
Prêmios da ONU > https://tinyurl.com/y9kzpghz
Ministro da Educação > https://tinyurl.com/ybbafsoo

1- Construiu 3 UPAs e deixou 12 em construção, antes de sua gestão, São Paulo não possuía nenhuma;
2- Recuperou mais de R$ 278 milhões desviados em esquemas corrupção para o cofre da cidade;
3- Construiu 33 hospitais Dia da Rede Hora Certa;
4- Construiu 3 hospitais gerais;
5- Construiu mais de 400 creches, a ponto de quase zerar a fila de espera;
6- Construiu universidade nos CEUs com o UniCEU;
7- Criou um órgão de auditoria independente;
8- Deu passe livre a 700 mil estudantes; (eu mesmo utilizei e agora não tenho mais acesso ao benefício)
9- Reduziu a dívida do município para MENOS DA METADE, sendo o primeiro prefeito da história da cidade a entregar uma dívida menor do que recebeu.
10- Levou a Virada Cultural para periferia;
11- Aumentou o Piso Salarial dos professores;
12- Acabou com a máfia do ISS;
13- Primeiro Plano Municipal de Cultura da cidade;
14- Reduziu as mortes no trânsito, com medidas como a redução de velocidade nas marginais;
15- Mais de 140 praças com Wi-Fi;
16- Aprovou o plano diretor, premiado internacionalmente e elogiado pela ONU;
17- Construiu mais de 400km de corredores e faixas de ônibus;
18- Entregou 400km de ciclovias;
19- Centenas de ônibus com Wi-fi, ar-condicionado, carregador de celular e de bilhete único;
20- Bilhete Único Mensal;
21- Sancionou a lei que obriga a inclusão de alimentação orgânica nas merendas das escolas municipais;
22- Instalou Fab Labs na cidade, oferecendo à população acesso a computadores com internet e impressoras 3D, além de professores para ensinar como operar os equipamentos.

O QUE FERNANDO HADDAD FEZ COMO MINISTRO DA EDUCAÇÃO?

23- Criou o Programa Universidade para Todos (ProUni), democratizando o acesso à universidade para estudantes de baixa renda e inseriu mais de 1,5 milhão de jovens no ensino superior;
24- Fortaleceu o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies);
25- Criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para avaliar a qualidade do ensino nas escolas públicas no país;
26- Foi aprovada a Lei nº 11.738/2008, que fixou um piso salarial para todos os professores de escolas públicas da educação básica;
27- Expandiu e interiorizou o ensino superior;
28- Criou 18 novas universidades federais;
29- Criou 173 campus universitários;
30- Criou 360 unidades dos institutos federais;
31- Implementou o Enem e posteriormente o Sisu;
32- Em 10 anos, entre 2001 e 2010, o crescimento no número de matrículas no ensino superior foi de 110%;
33- O número de alunos entre 2003 a 2014 aumentou de 505 mil para 932 mil;
34- Lancou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), por meio do PDE, houve a expansão de creches, pré-escolas e escolas técnicas;
35- Pelo PDE, houve a ampliação do número de vagas nas universidades federais e a formação de mestres e doutores, atingindo a marca 11 mil doutores formados e 30 mil mestres;
36- No que se refere ao analfabetismo, houve queda de 11% para 8,6% entre 2005 e 2011.


Bolsonaro vira piada nos EUA; envergonhando o Rio de Janeiro e o Brasil... além da Raça Humana!!


O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) virou piada nos Estados Unidos, e o comediante nem precisou se esforçar muito. O quadro foi ao ar no programa Last Week Tonight(Semana passada esta noite) de John Oliver.
O vídeo mostra que Bolsonaro é membro do Congresso desde 1991 e é conhecido por suas visões racistas, homofóbicas, misóginas e não democráticas,
“Ofensivo para a maioria das pessoas, a sua natureza de falastrão gerou a comparação de que ele seria o Trump brasileiro.” Afirma o apresentador comediante.
Confira o vídeo com legendas publicado por Dilney Winter no  Facebook.
https://www.facebook.com/dilney.winter/videos/1882523601864002/


Bolsonazi e o fascismo do século 21

O ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em 2013, costumava evocar a ideia loquaz de um “socialismo do século 21”. Embora mobilizador, o termo teve sempre algo vago. No que consistiria, afinal, um modelo de socialismo para o novo século? Que aproximações e distanciamentos guardaria em relação às disposições clássicas do mesmo projeto político?

Por Fábio Palácio*


Indagações semelhantes são dirigidas, hoje, a movimentos e atores do lado inverso do espectro ideológico. Em contexto de avanços da extrema-direita, cujo paradigma é a eleição de Donald Trump, um debate ganha força: pode-se, em casos como esse, falar em fascismo? Que relação haveria entre os movimentos autocráticos na Europa do século 20 e as tendências de ultradireita que irrompem no século 21, impulsionadas por uma das mais graves crises econômicas da história?

A depressão econômica conduz a uma situação curiosa. Embora contribua para a denúncia do que o Nobel de Economia J. Stiglitz chama de “fundamentalismo de mercado”, a crise fortalece em todo o mundo, paradoxalmente, as políticas de austeridade. Também fomenta falsas soluções — muitas delas com apelo à violência — e respostas defensivas como o ódio, a intolerância, a xenofobia e o racismo.

A ascensão de Jair Bolsonaro é o Brasil nesse panorama. Sua candidatura à Presidência é filha dileta da crise — não só a econômica, mas também a correlata crise política que se abate sobre o Brasil desde 2013. Como Trump, Bolsonaro projeta-se explorando uma situação descrita como falência da democracia, resultado do esgarçamento das instituições políticas, capturadas pelo poder econômico, distanciadas da população, afundadas na corrupção e na burocracia. 

Num quadro de esvaziamento da política, o candidato neoconservador desdenha das mediações partidárias, como se vê logo em sua aliança. Prefere as mediações de cunho midiático, facilitadas pelas novas possibilidades abertas com as redes sociais. Vai conseguindo, dessa maneira, transformar em força eleitoral o próprio descrédito para com os partidos e a política.

Se tiver êxito, não terá sido a primeira vez que acontece. Nos primórdios do século 20, na Itália — país que conserva importantes paralelos com o Brasil —, a nomeação de Benito Mussolini como primeiro-ministro resultou de grave crise do regime liberal. O pensador italiano Antonio Gramsci — um dos primeiros a refletir sobre a gênese e os significados da experiência fascista — situa as origens da crise política italiana na Primeira Grande Guerra. Esta, por sua vez, teria raízes na crise econômica, que já era latente antes do Crash de 1929. “Todo o após-guerra é crise, com tentativas de remediá-la que às vezes têm sucesso neste ou naquele país [...] A própria guerra é uma manifestação da crise”, diz o autor nos Cadernos do Cárcere (Einaudi, 1975).

Na Península Itálica, as sequelas da Guerra evoluíram para o que Gramsci chamou de crise orgânica: a ruptura entre as classes sociais e suas representações tradicionais. É característica desse tipo de crise a falência total ou parcial do sistema político-partidário. Essa situação abre espaço para a atuação política de outros tipos de instituições. Reforça-se o poder da burocracia, dos tribunais, da finança, dos meios de comunicação, das igrejas. Diz Gramsci: 

“A certo ponto de sua vida histórica os grupos sociais se destacam de seus partidos tradicionais [...] Os homens determinados que os constituem, os representam e os dirigem não são mais reconhecidos como expressão de sua classe [...]. Quando essas crises se verificam, a situação imediata torna-se delicada e perigosa, porque o campo é aberto às soluções de força, à atividade de poderes sombrios representados pelos homens providenciais ou carismáticos.”
O fascismo irrompe, nessa perspectiva, como alternativa conservadora para a solução da crise orgânica que colocava em xeque a hegemonia burguesa na Itália, no após-guerra. Essa visão é corroborada por outro autor de extração marxista, o peruano J. C. Mariátegui. Em Biología del Fascismo (Lanús Oeste, 2012), ele observa que os ressentimentos pela participação da Itália na Primeira Guerra criaram um clima favorável à reação conservadora. A guerra deixou como herança um rastilho de mágoa e decepção. Esse caldo de cultura ganhou corpo, em primeiro plano, na classe média rural e urbana. Ela “sentia-se distante e adversária da classe proletária [...] Não lhe perdoava os altos salários, os subsídios do Estado, as leis sociais que, durante a guerra e depois dela, havia arrancado ao medo da revolução. [...] Esses maus humores da classe média encontraram guarida no fascismo”.

A base social do fascismo tinha o mesmo diapasão das camadas médias. Eram intelectuais, estudantes, oficiais, nobres, empresários, camponeses e, mesmo, operários. Essa heterogeneidade refletiu-se no caráter nebuloso de sua orientação política e ideológica, que tinha o prodígio de mesclar liberalismo, nacionalismo, militarismo e, mesmo, sindicalismo — tudo salpicado com ingredientes utópicos. Com essa orientação contraditória, o fascismo jamais alcançou um programa coerente. 

O que temos na Itália dos 1920 é muito mais um conjunto de impulsos políticos que não consegue articular-se em programa. Não consegue e, na verdade, também não ousa: por inconfessável que é, a ideologia fascista tem dificuldade em mostrar-se por completo. Revela-se, quando muito, em lusco-fusco. Vem daí o pendor pragmático de um Mussolini, que declarava: “Afinal, de que importa saber o conteúdo teórico de um partido? O que lhe dá força e vida é sua tonalidade, é sua vontade, é a alma daqueles que o constituem”.

As palavras do duce revelam uma característica marcante desse movimento político. A exposição de motivos de fundo, articulados em sistema de ideias e valores, não é seu ponto forte. Não estamos diante de um movimento que apela para a razão. O que vemos são menos arrazoados consistentes do que palavras de ordem e ações concretas, embora na maioria das vezes desconexas. Nos termos de Mariátegui, “não se trata de um fenômeno cerebral; trata-se de um fenômeno irracional” (2012, p. 24).

Por conta desse caráter intuitivo, o fascismo não pode abrir mão de grandes agitadores. Seus líderes são figuras teatrais e carismáticas, talhadas para mexer com brios e vontades. Na Itália, Mussolini revelou-se o homem certo para esse papel. Mariátegui o descreve como um tipo “volitivo, dinâmico, italianíssimo, singularmente dotado para agitar massas e excitar multidões”.

Quando da nomeação do duce como premier, em 1922, o Partido Nacional Fascista (PNF) não possuía maioria no Parlamento. Isso só ocorreria nas eleições de 1924, marcadas por clima de intimidação contra sindicatos e organizações de esquerda. Eram os anos do imediato pós-Revolução Russa. Na Itália, o Biennio Rosso, movimento de ocupação de fábricas em Turim e Milão, trouxe o temor do “contágio vermelho”. Havia ainda um forte movimento de luta pela terra, duramente combatido pelo esquadrismo, nome dado às tropas de assalto contratadas por latifundiários. 

O esquadrismo, que reunia muitos ex-combatentes da Guerra, seria uma das vertentes a desaguar nos fasci de combattimento, as milícias fundadas em 1919 que se converteriam, dois anos após, no PNF. Sua atuação usava de violência ilegal contra comunistas, liberais, pacifistas, intelectuais progressistas e sindicalistas. Agiam com a conivência da Monarquia, das Forças Armadas e, também, do empresariado — o que nos remete ao posicionamento político da burguesia agrária, industrial e financeira. 

Não é possível dizer que a burguesia possua especial inclinação pelo fascismo. Ela prefere o liberalismo econômico, a política eleitoral-parlamentar e as demais instituições da normalidade capitalista. Mas esse comportamento não existe in abstracto. Depende da realidade social e histórica. Na Itália da primeira metade do século 20, assustada com o crescimento das organizações operárias, a burguesia estimulou e armou as brigadas fascistas, empurrando-as a uma postura truculenta contra a esquerda e os sindicatos. “O fascismo converteu-se, assim, em uma milícia numerosa e aguerrida”, diz Mariátegui. “Acabou por ser forte tal qual o próprio Estado. E então reclamou o poder.”

Quando chega ao poder, o fascismo sente a necessidade de maior coerência programática. Mas a heterogeneidade de sua base social e política não o permite. O regime passa a oscilar entre o parlamentarismo e arroubos ditatoriais. Logo se tornam nítidos dois humores: um extremista — que propugna a inserção integral da contrarrevolução fascista na Constituição — e outro revisionista e liberal, que condena a violência e propõe uma retificação da política do Partido. 

Com o desenvolvimento do processo político e a transformação dessas duas ênfases em alas diferenciadas, ocorre o afastamento dos liberais. O regime começa a perder apoios, e quanto mais os perde mais recorre à força bruta, mostrando sua face extremista. Criam-se as condições para a divisão das hostes de Mussolini e o isolamento de seu Partido, com a criação de uma ampla frente antifascista.

No Brasil, o elemento de combatividade contra as organizações trabalhistas e de esquerda sedimentou-se na candidatura de Bolsonaro. Não à toa, seu nome foi catapultado nacionalmente pelo clima de acirramento que culminou nas grandes manifestações contra o governo de Dilma Rousseff. A candidatura de Geraldo Alckmin, com perfil mais centrista, tem dificuldades em exibir semelhante verve. Em cenário de ultrapolarização política — com duas forças, o lulismo e o bolsonarismo, convictas e articuladas —, este talvez seja o grande ativo de Bolsonaro, capaz de explicar sua resiliência nas pesquisas eleitorais. Além disso, entre os candidatos viáveis da direita, ele é o que tem melhores condições de delimitar-se com o governo Temer, assim como, hoje sabemos, Trump mostrou-se o republicano mais bem talhado para demarcar com o establishment norte-americano. 

Atentos a essas tendências, setores das elites econômicas cogitam um “desembarque da Normandia” às avessas, com a adesão à candidatura de extrema-direita. Mas é aí que sobrevêm, para o campo liberal, dilemas profundos. Uma vez no poder, os movimentos de cunho fascistoide não se limitam a conservar o status quo. Como explica Mariátegui,

“A reação, chegada ao poder, não se conforma em conservar; [...] tem que tratar de refazer o passado. Passado que se condensa nestas normas: princípio de autoridade, governo de uma hierarquia, religião de Estado etc. Ou seja, as normas que a revolução burguesa e liberal rasgou e destruiu porque entravavam o desenvolvimento da economia capitalista.”
 
Qualquer semelhança com os Estados Unidos de Trump não é mera coincidência, como se vê desde sempre nas críticas da mídia liberal. Com seu protecionismo e seu isolacionismo — tão bem traduzidos nas críticas, reverberadas por Bolsonaro, aos acordos e às instituições internacionais —, o milionário ajuda a truncar o liberalismo econômico e as instituições do capitalismo moderno.

Alguns dizem que Bolsonaro é diferente; que seu protofascismo é mais “proto” que fascismo; que seu conservadorismo é apenas na política e nos costumes; que o programa do economista Paulo Guedes é radicalmente liberal. A verdade é que há muitos aspectos do funcionamento do capitalismo e das instituições liberais que não são do domínio estrito da política econômica, mas incidem sobre ela. Por isso são reais os dilemas das elites econômico-financeiras quando confrontadas com Bolsonaro. Um eventual governo da extrema-direita traria de volta a estabilidade? Ou detonaria novo ciclo de turbulência política, isolando-se não apenas das esquerdas, mas do liberalismo consequente?

Seja como for, o crescimento de setores radicalizados do conservadorismo é possibilitado pelas debilidades tanto do liberalismo quanto da esquerda. Os liberais parecem incapazes de recuperar sua antiga força combativa. Perdidos no automatismo urbano-industrial, trocaram a utopia do “liberté, égalité, fraternité” pela ideologia da “normalização”. Já a esquerda — especialmente a social-democrata —, após décadas vivendo em perigosa simbiose com o sistema, encontra dificuldades em desempenhar o papel, que lhe seria precípuo, de encarnar anseios transformadores.

Embora se deem por motivos distintos, os fracassos dessas duas correntes geram desencanto. Em muitos países do Ocidente, essa situação vem sendo capitalizada pela extrema-direita. A depender do desenrolar das coisas, liberais e socialistas ainda podem surpreender-se lutando na mesma trincheira contra o inimigo comum. No Brasil isso também pode ocorrer – até mais cedo do que se pensa. Se for assim, o século 20 terá antecipado em muitos sentidos, não obstante a diferença qualitativa de uma época, aquilo que temos nesta conturbada aurora do século 21.

* Jornalista, doutor em Ciências da Comunicação (ECA/USP), professor adjunto do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Maranhão.

PT cobra do TSE providências contra fake news

Em desvantagem no 2.º turno, o PT abrirá nova frente de embate contra o TSE, desta vez, por conta das fake news. A campanha de Fernando Haddad vai cobrar oficialmente a Corte Eleitoral pela inatividade da comissão criada para combater a propagação de notícias falsas. A primeira reunião do colegiado nesta eleição só vai ocorrer amanhã. A avaliação do PT é de que a disseminação de mentiras na web garantiu vantagem de votos a Bolsonaro no 1.º turno. Ontem, Haddad anunciou que vai propor ao seu oponente pacto contra fake news.
De acordo com o advogado do PT na área eleitoral, Eugênio Aragão, o partido vai ingressar no TSE com pedido administrativo para que o Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições, criado para discutir as fake news, funcione “com mais eficiência”.
Apesar de reclamar da inatividade do tribunal hoje, em junho o PT se recusou a assinar termo de compromisso proposto por Luiz Fux contra fake news.
Petistas graúdos querem pedir, ainda, maior rigor do TSE na atuação de pastores que usam suas igrejas para pedir votos para Bolsonaro. Com relação a esse ponto, no entanto, não há consenso se a via jurídica é a mais adequada.
O ex-ministro do TSE Marcelo Ribeiro diz que o tema ainda é novo no direito eleitoral, mas que o TSE começa a punir o que considera “abuso do poder religioso”, que é usar a estrutura da religião para pedir voto.
O jornal Mensageiro da Paz, da Assembleia de Deus, de setembro, divulgou aos 22 milhões de fiéis uma tabela comparando o que pensa cada presidenciável sobre temas comportamentais.
No quadro, Jair Bolsonaro é o único que aparece contra o aborto, o “casamento gay”, a liberação das drogas, a ideologia de gênero e o desarmamento, temas caros às igrejas. Haddad não aparece, porque ainda não era candidato.
O PT mineiro culpa a petista Dilma Rousseff por sua derrota na eleição ao Senado em Minas. Dizem que ela não ouviu nenhuma orientação partidária na campanha e, ainda, ignorou o segundo candidato da sigla ao Senado Miguel Correa. “Numa eleição de duas vagas, você não pode voto só para si mesmo”, diz um petista.
Geraldo Alckmin não será hostilizado, mas também ninguém vai lamentar sua derrota na reunião da executiva nacional do PSDB hoje. Tucanos, especialmente do Nordeste, dizem que a opção da sua campanha de bater em Bolsonaro causou o vexame da sigla nas urnas.
Depois de João Doria e Eduardo Leite, que disputam os governos de SP e RS, outros tucanos ontem declararam apoio a Bolsonaro. Antonio Imbassahy, ex-líder na Câmara, vai além. “Voto e trabalharei pela vitória de Jair Bolsonaro.” A tendência do partido é liberar o apoio na disputa presidencial.
Michel Temer se divertiu ontem com a #FicaTemer, que chegou aos assuntos mais comentados no Twitter mundial após se configurar o segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. Ele acompanhou a apuração dos votos no Alvorada, ao lado dos ministros Sérgio Etchegoyen (GSI), Torquato Jardim (Justiça), Moreira Franco (Minas e Energia) e Carlos Marun (Secretário de Governo).
Derrotado nas urnas, o senador Romero Jucá (MDB-RR) agradeceu ontem pelos 84 mil votos recebidos. Disse que segue comprometido com Roraima.
Deputados interessados na presidência da Câmara já vislumbram ir à Justiça para barrar eventual candidatura de Kim Kataguiri (DEM) à vaga, que o tornaria o primeiro na linha sucessória do País. O problema: ele tem 22 anos, quando a Constituição diz que para assumir o Planalto é preciso ter 35.
Eduardo Paes, que disputa o governo do Rio, aguarda orientação do DEM para se posicionar na disputa presidencial. O comando da sigla orientou silêncio até lá. No Rio, Bolsonaro teve quase 60% dos votos válidos.

O eleitor alijou da Câmara dos Deputados as lideranças do PTB investigadas na Operação Registro Espúrio. Além da filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil (RJ), não se reelegeram Nelson Marquezelli (SP) e Jovair Arantes (GO) , conhecido por ter sido o relator do impeachment de S), que não chegou a ser denunciado. O único acusado pela PGR que se reelegeu foi Paulinho da Força, do Solidariedade de São Paulo.
Do Estadão.


segunda-feira, 8 de outubro de 2018

https://plus.google.com/collection/4LO_YF

https://plus.google.com/collection/4LO_YF


RECORDE DE 2. 500. 000. 000 (DOIS MILHÕES E QUINHENTAS MIL ASSINATURAS!! MAIOR DO QUE O DA "FICHA LIMPA"! ) ORGULHOSAMENTE REPASSO.
LUCIANA UCELLI
A cobra vai fumar
Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.

Lei de Reforma do Congresso de 2013 (emenda à Constituição) PEC de iniciativa popular: Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)

🇧🇷1. Fica abolida qualquer sessão secreta e não-pública para qualquer deliberação efetiva de qualquer uma das duas Casas do Congresso Nacional. Todas as suas sessões passam a ser abertas ao público e à imprensa escrita, radiofônica e televisiva.

🇧🇷2. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.

🇧🇷3. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

🇧🇷4. Os senhores congressistas e assessores devem pagar por seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

🇧🇷5. Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

🇧🇷6. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

🇧🇷7. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.

🇧🇷8. Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.

“A petição com os dois milhões e meio de assinaturas chegou ontem no congresso nacional.Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA!

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO 🇧🇷🌈

Se você concorda com o exposto, REPASSE. Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

🌈Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil.🌈

Não se acomode!
Não adianta apenas reclamar!!!
Não custa repassar!!!
Apoiado!👊🇧🇷🇷🌈

Nossa vitória no segundo turno dependerá de conseguirmos transformar nossa campanha em um movimento, uma cruzada em defesa do povo brasileiro, da classe trabalhadora, dos pobres e excluídos.




Por Valter Pomar

Na reta final, houve uma onda de transferência de votos para Bolsonaro, quase resultando em uma catástrofe.

Foi fundamental, para que ocorresse o segundo turno, o desempenho das candidaturas Fernando Haddad e Ciro Gomes.
As candidaturas golpistas (Alckmin, Amoedo, Meirelles, Daciolo, Alvaro, Marina) derreteram.
O que garantiu a liderança da candidatura Haddad foram basicamente dois fatores:
Se dependesse da votação obtida por eles, não haveria segundo turno. a) o prestígio de Lula nas camadas populares, especialmente no Nordeste;

Para vencer no segundo turno, o primeiro passo é ter claro que podemos ser derrotados. Do lado de lá estão forças muito poderosas, com apoio e “tecnologia” internacional.
b) a força dos partidos, movimentos, setores e lideranças que estiveram conosco neste primeiro turno, especialmente a resiliência do Partido dos Trabalhadores.
O terceiro passo é corrigir nossos erros organizativos e políticos, a começar pela comunicação, especialmente nas redes sociais, área onde a extrema-direita deitou e rolou.
O segundo passo é ter claro o tamanho da ameaça que paira sobre a soberania nacional, as liberdades democráticas, os direitos econômicos e sociais da classe trabalhadora e da imensa maioria do povo brasileiro.
Montar equipes LOCAIS para visitar os bairros populares e as empresas, casa a casa, porta a porta, para conversar com as pessoas. Não esperar os panfletos nacionais. Ir de porta em porta conversando ou distribuindo material local.
Certamente a coordenação de campanha vai demorar alguns dias até conseguir “arrumar as coisas”. Mas de imediato é preciso realizar reuniões plenárias dos núcleos, setoriais, diretórios, sindicatos, entidades, movimentos, mandatos, campanhas etc.
Orientar nosso povo a não ter medo, a não se esconder, a fazer atividades sempre com muita gente. E em cada atividade tem que ter pequenas equipes para cuidar da PROTEÇÃO de nossas atividades e de nossas vidas durante o segundo turno. Os caras já agrediram fisicamente muita gente no primeiro turno e vai ter mais agressão no segundo.
Montar equipes LOCAIS para fazer a “guerrrilha nas redes”. Não esperar diretrizes nem conteúdos centralizados, fazer por conta própria imediatamente. Quando chegar o material nacional, usar. Mas não ficar parado esperando.
1)“o mito contra o sistema”: temos que mostrar que o mito mente, ele é o pior do sistema político. E mostrar que nós é que podemos mudar o sistema, em favor do povo. A primeira mudança é, exatamente, revogar tudo aquilo que o governo golpista fez contra o povo.
O quarto passo é entender por quais motivos e com quais argumentos parte do eleitorado pobre está sendo iludido pela extrema direita. Nossa prioridade é conquistar o voto popular. Colocar a pauta econômica e social em primeiro, segundo e terceiro lugar. Disputar o voto das mulheres trabalhadoras, das mulheres pobres, das mães, da juventude trabalhadora. E para isso é preciso ter claro: Lula é insubstituível.
O lado de lá manipula 3 discursos:
Nossa vitória no segundo turno dependerá de conseguirmos transformar nossa campanha em um movimento, uma cruzada em defesa do povo brasileiro, da classe trabalhadora, dos pobres e excluídos.
2)“fora PT”: temos que lembrar como o país era melhor na época do Lula. Os caras vem falar de corrupção, a gente tem que mostrar que o PT governou para os trabalhadores e para os pobres; 3)“defesa da moral e dos bons costumes”: Bolsonaro e sua turma é o que de pior existe, gente violenta, gente má. E nossa resposta deve ser colocar em primeiro lugar a defesa dos direitos econômicos e sociais. E o quinto passo é envolver os sindicatos e movimentos organizados. É o setor organizado da classe trabalhadora que pode decidir a parada a nosso favor.
Portanto, não uma “frente democrática” em abstrato, mas uma frente democrática e popular, que vincule as liberdades democráticas com a melhoria das condições de vida reais e cotidianas da grande maioria do nosso povo

PT será a maior bancada da Câmara Federal


No caminho contrário, o PSDB perdeu grande parte de sua representatividade no parlamento e, a partir do próximo ano, será somente a oitava bancada, com apenas 30 deputados

Depois das eleições deste domingo (7), o Partido dos Trabalhadores (PT) conseguiu eleger um número suficiente de deputados federais que o credenciam a ser a maior bancada da Câmara Federal. O partido do ex-presidente Lula e de Fernando Haddad terá, a partir de 2019, 57 deputados no Congresso Nacional.
O partido do oponente de Haddad no segundo turno da eleição presidencial, o PSL do capitão da reserva Jair Bolsonaro, que teve apenas um em 2014, dessa vez conseguiu eleger 52 deputados.
Uma das maiores derrotas nesse processo eleitoral foi protagonizada pelo PSDB. A bancada dos tucanos, que elegeu 53 parlamentares em 2014, perdeu nada menos do que 23 deputados. A partir do próximo ano, será somente a oitava bancada, com apenas 30 deputados.
PSDB e MDB, partidos que patrocinaram o golpe, deixaram escorrer pelas mãos praticamente toda sua representatividade na Câmara. O MDB, que tinha 66 deputados em 2014, elegeu 34 neste domingo. Em resumo, perderam quase metade do tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.

“Nenhum direito a menos, nenhum passo atrás”





















Quem somos nós? 
quase metade dos brasileiros (46%) votaram no porco fascista no primeiro turno da eleições. Não é a toa que o Brasil é o país que mais mata LGBTs, negros e mulheres no mundo e está entre os 5 países mais ignorantes do planeta. Isso não é motivo de orgulho mas de vergonha. Eu desejo ao nosso país muito mais educação que gere esclarecimento, respeito e dignidade. Porisso o meu voto é do Partido dos Trabalhadores. #HaddadManu13

Haddad no segundo turno é a esperança em um Brasil de diálogo e respeito - "Seja voluntário"

Haddad no segundo turno é a esperança em um Brasil de diálogo e respeito 



Dias de luta e resistência marcaram a jornada dos que acreditam no Brasil e insistem, obstinadamente, em lutar por democracia. A confirmação de Fernando Haddad no segundo turno das eleições 2018 é a confirmação também do poder do diálogo, do respeito, e de que a esperança há de, mais uma vez, vencer o ódio e ajudar a construir um novo país.
Os mais de 30 milhões de votos recebidos neste domingo (7) representam a memória viva de tudo o que já se fez e de tudo o que é possível fazer pelo Brasil. Mais do que isso, a importância da união de pessoas das mais diferenças crenças, origens e ideologias em torno de um ideal de que não iremos desistir jamais: a democracia.
“Nós queremos unir os democratas do Brasil, as pessoas que têm atenção aos mais pobres desse país tão desigual, queremos um projeto amplo, profundamente democrático, mas que busque de forma incansável justiça social”, afirmou Haddad em São Paulo, na noite de sábado, pouco depois da divulgação dos resultados. “Esse segundo turno foi uma oportunidade inestimável que o povo nos deu, e que nós precisamos saber aproveitar com sobriedade e muito senso de responsabilidade.”
A responsabilidade se transmite no tamanho do desafio que se coloca a partir de agora. A confirmação matemática dos nomes só saiu com mais de 95% das urnas apuradas. Mas não se trata apenas disso.
Mais do que votos, o que vamos buscar agora são oportunidades de conversa, de aproximação, de entender a diversidade e respeitar diferenças, de encontros entre amigos e familiares que possam colocar acima do medo que se tenta criar o ideal de um país em que todos podem crescer, prosperar e reconstruir os laços que o fascismo ameaça dia a dia com seus ataques.
Em uma campanha marcada por ataques organizados pelas mentiras, boatos e fake news, pela perseguição jurídico-midiática e pela criminalização de movimentos sociais e setores da esquerda, um lastro de fé brilhou na noite do domingo ao mostrar que há, sim, espaço para reconstruir o que se atacou até agora e, juntos, caminharmos rumo ao Brasil com que todos sonham e almejam.
Na fala de Haddad e no coração do povo que o aplaudia, a lembrança sempre presente de Lula pulsava antes de tudo como referência da perseverança e da força que movem os que sabem estar do lado do povo e ter o povo ao seu lado.
“Vamos fazer uma campanha para unir o país em torno do conceito de que há muita coisa em jogo no Brasil. Vamos enfrentar o debate muito respeitosamente. Vamos para o campo democrático com a arma do argumento: nós não portamos armas, portamos a força do argumento!”
Nos dias que estão por vir, cada brasileiro e cada brasileira deve abraçar a oportunidade de ouro de debater respeitosamente, olho no olho, deixando de lado a intolerância.
No segundo turno, vamos juntos pelo Brasil do diálogo e do respeito. A esperança vai vencer o ódio.

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domingo, 7 de outubro de 2018

Déa Braga Lamounier, geração nascida em 1927. Fiz questão, como em todas as eleições desde 1945.

"Tenho 91 anos, não preciso mais votar. Mas eu fui. Fiz questão, como em todas as eleições desde 1945. Não voto pensando em mim, mas nos meus filhos e netos. Meus netos não viram a ditadura, a perseguição, a intolerância, o ódio. Correm o risco de verem. - Sei que só tenho um voto e possivelmente um voto não decida a eleição. Mas é tudo que tenho. "

Déa Braga Lamounier, geração nascida em 1927. Mãe do Dimas e da Raquel, avó do Gustavo, Gabriela e Wagner. Votou Haddad e outros 5, chapa completa. — em Escola Estadual Desembargador Rodrigues Campos.

PT fez pelos pobres o que ninguém fez em 500 anos, diz Boff

Sobre a Operação Lava Jato, o teólogo disse que a Justiça é “partidista”, mas que o PT, sendo “vítima” desse jogo, deu “um passo grande” ao recusar doações de empresas
O teólogo Leonardo Boff afirmou, em entrevista à “TV Brasil”, que o Partido dos Trabalhadores fez pelos pobres em 12 anos no comando do Brasil, ninguém fez em 500 anos.
“Sempre defendi e defendo a causa do PT que é dar centralidade aos pobres. Em 12 anos uma argentina inteira foi incluída na sociedade. Ele permitiu que as pessoas pudessem ter acesso as questões fundamentais da vida como trabalho, comida e saúde. Este é um projeto que vou defender até o fim da vida”, afirmou Boff.
O teólogo ressaltou a conquista dos governos do PT em transformar o Brasil do terceiro país mais desigual do mundo para o 13º lugar. Entretanto, Boff aponta que ainda muito o que fazer para reduzir as desigualdades sociais. “O partido conseguiu distribuir a renda, mas não fez redistribuição, que é pegar de quem tem mais e repassar a quem tem menos. Isso seria justiça social”, argumentou.
“Houve uma revolução que abriu espaços para as políticas públicas. Porém, antes, a classe alta sempre ocupou estado de forma patrimonialistas, se aproveitaram da situação de poder para benefício pessoal e de seus parentes, usando o patrimônio público para enriquecer”, completou.
Golpismo à direita – Sobre as manifestações que aconteceram em abril deste ano, contrárias ao governo da presidenta Dilma Rousseff, Boff afirmou que as pessoas mais à direita querem criar um movimento muito grande e sem projeto nenhum.
“Elas têm duas propostas, manter uma agenda de crise durante todo o governo de Dilma, impedindo que ela governe; e difamar do ex-presidente Lula, e o próprio PT, para que em 2018 eles não possam aparecer com candidatos e nem ganhar a eleição”, alertou.
Lava Jato – Para concluir, Boff falou sobre os trâmites das prisões da Operação Lava Jato, que apura casos de corrupção na Petrobras, e afirmou não achar legítimo a Justiça tomar a delação premiada de bandidos e acreditar no que eles dizem como prova para que alguém seja preso.
“Eles são criminosos nos quais eu não acreditaria em nenhuma palavra e a justiça acreditam, acusam e já prendem, sem trazer as provas necessárias e realizar o julgamento”, repudiou.
Para ele, a Justiça é “partidista” e o PT é “vítima” nesse trâmite. “Mas é um ponto que só se cura com reforma política. E o PT deu um passo grande ao dizer que não aceita mais dinheiro de empresas”, declarou.
Por Danielle Cambria, da Agência PT de Notícias

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