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sábado, 20 de outubro de 2018

Procuradoria investiga dinheiro sujo na campanha de Bolsonaro

Ao abrir Procedimento Investigatório Criminal contra Paulo Guedes, o ‘Posto Ipiranga’ da equipe econômica do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), a força-tarefa Greenfield citou a necessidade de apurar as ‘conexões’ entre doações de R$ 53 milhões a partidos e políticos da empresa Contax e aportes de fundos de pensão. A diligência está entre os procedimentos sugeridos pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que cita uma relação entre a Contax e Guedes, aos investigadores.
A investigação foi aberta com base em relatórios sobre dois fundos de investimentos (FIPs) administrado por uma empresa de Guedes que receberam R$ 1 bilhão, entre 2009 e 2013, de fundos de pensão de estatais. Também será apurada a emissão e negociação de títulos imobiliários sem lastros ou garantias.

As informações levantadas pela Previc, segundo o MPF, apontam que há ‘relevantes indícios de que entre fevereiro de 2009 e junho de 2013, diretores/gestores dos fundos de pensão Funcef, Petros, Previ, Postalis (todas alvos da Operação Greenfield), Infraprev, Banesprev e FIPECQ e da sociedade por ações BNDESPar possam ter se consorciado com o empresário Paulo Roberto Nunes Guedes, controlador do Grupo HSM Brasil, a fim de cometerem crimes de gestão fraudulenta ou temerária de instituições financeiras equiparadas ‘e emissão e negociação de títulos mobiliários sem lastros ou garantias, relacionados a investimentos no FIP BR Educacional’.


Entre as medidas recomendadas pela Previc, está a verificação de ‘eventuais conexões entre os aportes dos fundos de pensão e as doações da empresa Contax Participações S/A (registradas em R$ 53 milhões para partidos políticos e candidatos, entre 2008 e 2014) da qual, segundo o portal Bloomberg, o sr. Paulo Roberto Nunes Guedes era diretor’.

No documento de instauração de inquérito, assinado no dia 2 de outubro, o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, chefe da força-tarefa que investiga fraudes em fundos de pensão, Caixa Econômica e BNDES, pede o ‘aprofundamento da investigação sobre os aportes no FIP BR Educacional’.

No relatório, o procurador elenca 17 diligências para a instrução das investigações. Entre elas, pede para que sejam oficiados o Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União ‘para que apure eventual prejuízo sofrido pelo BNDESPAR e pelos fundos de pensão FUncef, Petros, Previ, Postalis, Infraprev, Banespreve FIPECQ em decorrência do investimento no FIP BR Educacional’.


Também pediu para que a Receita Federal faça uma ‘análise de interesse fiscal do contribuinte Paulo Roberto Nunes Guedes, bem como das pessoas jurídicas vinculadas a seu grupo econômico’.

Ao fim do ofício, e fora da lista das 17 diligências, o procurador finaliza o documento determinando a solicitação à Assessoria de Pesquisa e Análise Descentralizada do Ministério Público Federal em Brasília a ‘pesquisa de vínculos societários das pessoas físicas e jurídicas mencionadas na nota técnica nº 1409/2018/PREVIC (inclusive a Contax Participações S/A), bem como pesquisa sobre doações eleitorais realizadas pelas pessoas físicas e jurídicas em questão entre os anos de 2008 e 2018’.

É Bom Assistir Ao JN Dando A ÊNFASE DEVIDA Ao ESCÂNDALO Das FAKE NEWS De BOLSONARO Contra HADDAD

No dia anterior, o JN praticamente ignorou o assunto. Mas na sexta-feira (19) a abordagem foi precisa, com ênfase para o escândalo dos disparos de Fake News produzidas por agências bancadas por empresários. E tudo culpabilizando o ‘Pinoquionaro’

A reportagem com William Bonner e Renata Vasconcellos na Globo durou quase 10 minutos com detalhes da publicação da matéria denúncia na Folha de São Paulo, a qual foi desmentida por Bolsonaro. Este fato poderá confundir o eleitorado do Deputado e até enfraquecê-lo nas urnas. Por outro lado, a tranquildade de Fernando Haddad em toda a cobertura da mídia ao longo destes dias foi marcante. Sua imagem ficou fortalecida, sem que o grupo dos Marinho pudesse denegri-la mais uma vez, como sempre o fizeram com o injustiçado ex-presidente Lula.


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Quantas capas da Veja são necessárias para destruir uma reputação, ou pra construir uma mentira??


Agências de inteligência estrangeiras manipulam eleição, diz sociólogo

O clima de caos em que o Brasil está inserido nestas eleições presidenciais de 2018 não é à toa. Segundo o especialista em relações internacionais, Marcelo Zero, este cenário é fruto de intervenção direta de agências de inteligência estrangeiras, principalmente a norte-americana CIA


Para sociólogo, há interesse esterno no resultado das eleições do Brasil devido aos recursos naturais do país, entre eles o pré-sal, além da posição política estratégica com relação à Rússia e China


O modus operandi exibido nesta reta final é idêntico ao utilizado em outros países e demanda recursos técnicos e financeiros em um grau de sofisticação manipulativa dos quais a campanha do candidato da extrema direita Jair Bolsonaro não parece dispor, denunciou o sociólogo.

“A CIA e outras agências estão aqui, atuando de forma extensa", garante o especialista. Segundo ele, isso demanda uma investigação séria que aparentemente não ocorrerá, salvo que alguém da esquerda difunda alguma informação duvidosa.

Em um comentário publicado no diário digital Brasil 247, Zero assinalou ademais que o crescimento do "fascismo bolsonarista" na reta final da campanha, impulsionado entre outros fatores por uma avalanche de fake news (notícias falsas) disseminadas pela internet, não chega a surpreender.

Trata-se, explicou, de uma tática já antiga desenvolvida pelas agências americanas e britânicas de inteligência, com o propósito de manipular a opinião pública e influir em processos políticos e eleições.

Nesse sentido aludiu aos milhares de ataques lançados nos últimos dias através das redes sociais contra os candidatos a presidente e vice-presidente da República pela coalizão O povo feliz de novo, Fernando Haddad e Manuela D'Ávila, mediante a manipulação de fotos, vídeos e a difusão de declarações absolutamente falsas.

“Por isso, nos parece óbvio que há um dedo, ou mãos inteiras, de agências de inteligência estrangeiras, principalmente norte-americanas, na disputa eleitoral do Brasil”, alertou.

O sociólogo enfatizou assim mesmo que um eventual triunfo do candidato de extrema-direita Bolsonaro agravaria a crise político-institucional e econômica pela qual atravessa o Brasil e isso resultaria de muita utilidade aos interesses daqueles que pretendem apoderar dos recursos estratégicos do país – como o pré-sal – e das empresas brasileiras.

Levado ao limite, o golpe poderá ser aprofundado por uma "solução de força" apoiada pelo Poder Judicial e pelos militares, o qual abriria as portas a retrocessos ainda maiores que os conseguidos pelo atual governo de Michel Temer.

Ademais, desde o ponto de vista geoestratégico, o novo alinhamento automático de Bolsonaro ao presidente Donald Trump seria de grande interesse para os Estados Unidos na região, que teria no Brasil a uma ponta de lança não só contra a Venezuela, mas também contra China e Rússia, afinal, o país é um dos atores fundamentais do BRICS.

Leia também:
A ordem é exterminar a esquerda com vocação de poder, denuncia Correa

Do Portal Vermelho, com Diálogos do Sul


Bolsonaro quer entregar o Brasil para os EUA A nossa soberania está ameaçada


Bolsonaro quer entregar o Brasil para os EUA

A nossa soberania está ameaçada

A nossa soberania está em jogo. O deputado Jair Bolsonaro já afirmou que, se eleito presidente, vai dar tudo de bandeja para os Estados Unidos.
Além de ser fã de torturador e manipular as eleições no Brasil através de uma fraude milionária, Bolsonaro espalha mentiras e estimula a violência.
Vire esse jogo. Vote 13. Assista:


O que o professor Fernando Haddad já fez pela educação no Brasil como ministro e prefeito


Nem todo mundo sabe, mas além de advogado e político, o presidenciável Fernando Haddad é bacharel em direito, mestre em economia, doutor em filosofia e professor. Não foi a toa sua indicação para comandar o Ministério da Educação do Brasil entre 2005 e 2011.
Saiba alguns de seus feitos na área da educação, como por exemplo, ter sido o ministro da educação que mais construiu Universidades na história do Brasil. Foram 18 novas universidades federais, 173 campus universitários e 360 institutos federais, dando acesso ao nível superior de ensino a uma parcela da população que antes nem sonhava em conseguir diploma, seja nas Universidades Federais ou através de programas como o ProUni.
ProUniHaddad assumiu o MEC em 2005 e foi responsável pela implementação do Prouni, o Programa Universidade para Todos, que concede bolsas de estudos a alunos de baixa renda ou egressos do sistema público em instituições privadas de ensino.
De 2005 até 2014, o número estimado de beneficiados foi de 1,5 milhão de estudantes, que conseguiram acesso ao ensino superior graças a medida implementada pelo então ministro.

Para participar do ProUni é pedido que o alino tenha aprovação em pelo menos 75% das disciplinas do semestre e tenha atingido ao menso 450 pontos no Enem.
Vagas em crechesEnquanto prefeito de São Paulo, Haddad abriu 91 mil novas vagas na educação infantil para crianças de 0 a 3 anos, desde 2013, em mais de 400 creches. Com a ação, a fila de espera – um problema crônico na cidade há muitos governos – se tornou a menor da história. Em junho de 2012, por exemplo, a fila era de cerca de 145 mil crianças. Em 2016, esse número teve uma queda de cerca de 40%.
Fortalecimento do FIESCriado em 1999, durante a era FHC, o FIES passou a ter um novo formato em 2010, quando Haddad era ministro da educação. Sob seu comando, foram reduzidos os juros do financiamento para 3,4% ao ano e o prazo de carência foi estendido para 18 meses, contados a partir da conclusão do curso. Após a implantação das mudanças, foram firmados mais de 1,16 milhão de contratos pelo Fies, até 2014.
IDEBEm 2007, Haddad criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) , para avaliar a qualidade do ensino nas escolas públicas e, assim, desenvolver ações para superar os principais desafios encontrados.
Universidades FederaisAs universidades públicas e institutos federais, antes basicamente centralizados nas capitais dos estados, foram levados para todo o interior do país. Foram criadas 18 novas universidades federais e 173 campus universitários, praticamente duplicando o número de alunos entre 2003 a 2014: de 505 mil para 932 mil.
Os institutos federais também tiveram uma grande expansão durante o ministério da educação de Haddad: foram implantados mais de 360 unidades por todo o país.
Escolas TécnicasEntre 2003 e 2016, o Ministério da Educação concretizou a construção de mais de 500 novas unidades referentes ao plano de expansão da educação profissional, totalizando 644 campi em funcionamento.
São 38 Institutos Federais presentes em todos estados, oferecendo cursos de qualificação, ensino médio integrado, cursos superiores de tecnologia e licenciaturas.
E como presidenciável em 2018, o que Haddad promete para a área da educação segundo seu plano de governo, caso eleito?
O programa de Haddad promete tratar a educação como uma prioridade estratégica a partir de cinco diretrizes: forte atuação na formação de professores, reformulação do ensino médio e na expansão da educação integral; concretização das metas do Plano Nacional de Educação; institucionalização do Sistema Nacional de Educação, com instâncias de negociação interfederativa; investimento de 10% do PIB na educação; e fortalecimento da gestão democrática.
Haddad propõe que o governo federal assuma a responsabilidade por escolas de baixo rendimento, e situadas em regiões de alta vulnerabilidade, por meio de um convênio com Estados e municípios.
Na educação infantil, o candidato promete ampliar vagas em creches e fortalecer políticas voltadas para pré-escola. No ensino fundamental, propõe a implantação de uma política nacional de alfabetização em colaboração com Estados e municípios e valorização de professores alfabetizadores. A meta é que até os 8 anos de idade todas as crianças tenham habilidades básicas de leitura, escrita e matemática.
O plano identifica a necessidade de garantir que os professores tenham licenciatura específica para as disciplinas que lecionam e promete assegurar que docentes concursados tenham acesso direto às vagas disponíveis e ociosas em universidades federais. Haddad ainda promete garantir o piso salarial nacional e implementar uma prova nacional para ingresso na carreira docente.
As propostas também incluem a revogação da reforma do ensino médio; reformulação curricular; o direcionamento de 70% dos recursos destinados à gratuidade, provenientes das Contribuições Sociais arrecadadas pela União para manutenção do Sesi, Senai, Sesc, Senac e Senar, para a ampliação da oferta de ensino médio; ampliação e interiorização dos campi de institutos federais.

Bolsonaro deveria ser cassado antes da eleição, dando lugar ao 3º colocado


Jornal GGN - O candidato do PT Fernando Haddad disse, nesta quinta (18), que "em qualquer lugar do mundo" a notícia de que empresas estão financiamento ilegalmente a campanha de Jair Bolsonaro no WhatsApp "seria um escândalo de proporções avassaladoras, e poderia se dar até a impugnação da candidatura com a chamada do terceiro colocado para disputar o segundo turno." Neste cenário, Ciro Gomes (PDT), que obteve 12% dos votos válidos no dia 7 de outubro, seria convocado a concorrer em substituição a Bolsonaro. 
A afirmação de Haddad foi feita após a Folha de S. Paulo revelar que empresários anti-PT contrataram empresas especializadas em marketing digital para impulsionar mensagens contra a candidatura do partido na reta final de segundo turno, favorecendo, dessa maneira, a campanha de Bolsonaro. O financiamento empresarial no Brasil foi proibido, portanto, a ação é ilegal, na visão do jornal.
Haddad afirmou que Bolsonaro deixou rastros de comunicação com os empresários, e que um levantamento já mostrou que há mais de 150 deles envolvidos na ação. De acordo com a reportagem da Folha, há contratos que somam R$ 12 milhões, evidenciando, além de caixa 2, o abuso de poder econômico. "Vamos levar ao conhecimento da Justiça todos os indícios", enfatizou o candidato do PT.
Ciro está em viagem à Europa desde o final do primeiro turno. O PDT, que anunciou um "apoio crítico" ao PT na segunda rodada da disputa presidencial, também vai questionar a legitimidade desta eleição na Justiça Eleitoral, após o escândalo do caixa 2 de Bolsonaro.

Vamos todos entrar nos sites do TSE e do MPF e exigir que eles investiguem a denúncia da Folha sobre o caixa 2 em cima de propagandas fakes.



Vamos todos entrar nos sites do TSE e do MPF e exigir que eles investiguem a denúncia da Folha sobre o caixa 2 em cima de propagandas fakes.



Coloquem o seguinte texto:
"Exigimos investigação em cima da
denúncia que a FOLHA fez sobre a candidatura do Bolsonaro onde ele recebe caixa dois para serviços que disparam mensagens pelo whatsapp e ferem a lei eleitoral!"

Seguem links pra fazer denúncia:
http://www.tse.jus.br/.../formulario-da-assessoria-de...

http://aplicativos.pgr.mpf.mp.br/.../manifestacao/cadastro/2
Ocultar isto
Ouvidoria — Tribunal Superior Eleitoral
TSE.JUS.BR
Ouvidoria — Tribunal Superior Eleitoral

Recado de Lula: “Vamos ganhar esta eleição discutindo verdadeiramente com o povo, e não com embuste”


“Lula está animado com o processo eleitoral. Ele nos disse que hoje ficou clara a fraude de porão que é Bolsonaro. Ele foi construído através da mentira, nos subterrâneos das redes sociais, através de dinheiro de caixa ilegal. É um embuste que está levando ao erro milhões de pessoas, exatamente por esse esquema todo que foi montado”, relatou a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, após visita ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (18/10), ao lado do jornalista Franklin Martins.
Segundo Gleisi, Lula disse que, “agora, se tem a oportunidade de desmascarar de uma vez por todas o que é esse projeto e quem é essa pessoa que não tem propostas, não diz a que veio e não tem o que oferecer ao Brasil”.
Lula ainda passou um recado a Fernando Haddad para que ande de
cabeça erguida, porque o PT tem o que mostrar para o Brasil. “Quando governamos este país, deixamos um legado, deixamos emprego e renda aos trabalhadores, fizemos programas que melhoraram a vida das pessoas. É isso que está em disputa hoje no país”.
A presidenta do PT disse ainda que Lula enfatizou que todos podem ir para as ruas fazer o enfrentamento – não tem que ter medo, não tem que temer. Para Lula, “nós vamos ganhar esta eleição discutindo verdadeiramente com o povo, e não com embuste, como foi feito até agora nessa maquinação que levou o candidato da fraude de porão ao segundo turno, sem ter efetivamente um apoio popular, pelas propostas ou pelo projeto que ele tem”.
PT entra com ação na Justiça contra caixa 2
Gleisi Hoffmann explicou também que o PT entrou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral junto ao TSE sobre a denúncia de caixa 2 na campanha de Jair Bolsonaro. Segundo ela, se a ação chegar às suas consequências finais, levará à inelegibilidade do candidato do PSL. “É uma ação por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação”, explicou.
O PT também pediu medidas cautelares, com base em resolução do TSE, para que cessem as práticas ilegais, que incluem lavagem de dinheiro e recursos ilegais sendo colocados na campanha de Bolsonaro, o que configura caixa 2 e, portanto, fraude eleitoral.
Para Gleisi, a votação em Bolsonaro não foi fruto de uma onda de convencimento do eleitorado pelas causas, pelas propostas ou pelo projeto do candidato, mas foi construída nos subterrâneos da internet com uma fábrica de mentiras e ataques falsos ao PT, ao Haddad e ao Lula, induzindo a população a ter um entendimento errado do que estava acontecendo.
Bolsonaro se refugia no porão
O jornalista Franklin Martins falou que hoje é um dia muito interessante, porque ele mostra claramente, a partir da reportagem da Folha de S.Paulo, que o candidato que foge dos debates se refugia no porão.
Franklin explicou que, enquanto Haddad quer o debate para que o eleitor possa tomar sua decisão, o outro foge dos debates, “não quer discutir e usa subterfúgios de dinheiro não declarado, com recursos e ferramentas que, na verdade, tentam manipular o eleitor. Ele não quer o debate público, aberto e transparente. Ele quer uma manipulação”.



Roger Waters faz homenagem a Moa do Katendê em Salvador

Ao cantar a música "Another Brick In The Wall", um dos maiores sucessos do Pink Floyd, Waters levou ao palco crianças do Projeto Axé, que atende crianças e jovens carentes da capital

Foto : Reprodução/Twitter/benedi_to
Por Matheus Simoni e Leonardo Sousa no dia 18 de Outubro de 2018 ⋅

O cantor britânico Roger Waters trouxe na noite desta quarta-feira (17) o show da sua mais recente turnê e tocou as canções que animou multidões durante os tempos de Pink Floyd, entre elas Wish You Were Here, Another Brick In The Wall, Animals e Dark Side of The Moon. Ao fim do show, Roger Waters exibiu no telão uma imagem de mestre Moa do Katendê, que foi morto no dia 8 de outubro por motivações políticas. A homenagem rendeu aplausos da plateia.
Com a mesma tônica das apresentações em outras capitais brasileiras, a performance na Arena Fonte Nova trouxe críticas ao candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro.
Ao cantar a música "Another Brick In The Wall", um dos maiores sucessos do grupo, Waters levou ao palco crianças do Projeto Axé, que atende crianças e jovens carentes da capital, através de ações de educação, arte e cultura. Após a música, grande parte do públicou entoou o coro do "Ele Não", contra o capitão reformado do Exército, enquanto outra parcela iniciou vaias

Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp


Com contratos de R$ 12 milhões, prática viola a lei por ser doação não declarada


Haddad: Bolsonaro patrocinou com dinheiro sujo campanha para me atacar


Encontro de juristas com Fernando Haddad, em São Paulo


O petista disse que levará à Justiça todos os indícios que apontam financiamento ilegal de campanha de Bolsonaro para atingi-lo.Fernando Haddad, candidato à Presidência pelo PT, afirmou nesta quinta-feira 18 que vai denunciar à Justiça o envolvimento de empresários com a campanha de seu oponente Jair Bolsonaro (PSL). Reportagem do jornal Folha de S. Paulo afirma que empresas apoiadoras do ex-militar utilizaram bases de dados vendidas por agências para disparar mensagens contra a candidatura do petista via WhatsApp.
“Nós vamos levar ao conhecimento da Justiça todos os indícios que nos estão chegando, como reuniões de viva-voz pedindo apoio via WhatsApp. Ele próprio (Bolsonaro), em jantares com empresários, fez o pedido para que a doação fosse feita dessa maneira de forma ilegal”, afirmou Hadadd à imprensa.
O ex-prefeito de São Paulo afirmou que a ação denunciada no jornal pode ser configurada em organização criminosa, caixa 2, calúnia, difamação e lavagem de dinheiro. Além de acionar a Justiça Eleitoral, ele informou que acompanhará com afinco a comissão da OEA (Organização dos estados Americanos), que está monitorando o pleito, e fará uma denúncia internacional contra as ações de fake news produzidas na última semana antes do final do primeiro turno.
“Faremos uma denúncia internacional das práticas criminosas que estão sendo cometidas com a minha pessoa. Vamos mobilizar toda legislação em vigor. Nós entendemos isso como uma prática de crime continuada e talvez venhamos pedir prisões em flagrante ou preventiva para que tenhamos os próximos dez dias com alguma normalidade democrática depois da devastação que foi a última semana do primeiro turno.”
Haddad informou que, independente dos resultado eleitoral, irá até as últimas consequências na Justiça e pedirá reparação dos ataques feito contra ele na internet. “Bolsonaro patrocinou com dinheiro sujo uma campanha para me atacar”
Ele informou que as informações repassadas a ele serão levadas à Polícia Federal. “Os empresário que se envolveram nisso vão ter que responder judicialmente. Vamos pedir a investigação junto a Polícia Federal", afirmou.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Gritos de ‘Ele Não’ embalam show de Roger Waters na Bahia

Do site A Cidade On.O astro do rock britânico Roger Waters levou ao palco da Arena Fonte Nova, em Salvador, 12 crianças em situação de vulnerabilidades social do Projeto Axé para se apresentarem durante The Wall parte 2. Vestidos como presidiários estadunidenses, de macacão laranja, com capuzes pretos na cabeça, as crianças vestiam uma camisa com o escrito “resist”.

Logo em seguida, o público presente no show desta quarta-feira (17), emendou um estrondoso “Ele não” –frase que endossou atos de rua contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).Roger apresentou as crianças do projeto e saiu para um intervalo. “São crianças excelentes, daqui mesmo de Salvador. Vamos fazer um intervalo e voltar com a resistência”, disse.
Durante o intervalo, o telão exibiu a mensagem para resistir a Mark
Zuckerberg. “Resista ao anti-semitismo de Israel”.Ao contrário da polarização demonstrada nos shows anteriores pelo Brasil, Rogers Waters se sentiu em casa para manifestar-se politicamente na Bahia, onde o petista Fernando Haddad ganhou em 411 dos 417 municípios, com 60% dos votos.Se houve manifestações em favor do candidato do PSL, Jair Bolsonaro que foi o mais votado em apenas seis municípios baianos, os gritos foram abafados pela catarse que sintonizava com os ideais do roqueiro britânico, em sua primeira passam pelo Nordeste.
Waters tornou a exibir no telão a frase “ponto de vista censurado”, retribuído pelo público com o coro “ele não”.
Depois de o telão exibir as mensagens Resista a volta da tortura, Resista a forças policiais militarizadas, seguiu-se novamente o coro de “ele não”.Mas um grupo de cerca de cinco pessoas ensaiou rebater com gritos de “mito”, “ele sim”, que foram rapidamente cessados.


Lula: “Eles têm medo que a gente possa voltar e provar que este país pode ser feliz”

17 de outubro de 2018
Em 2017, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, visitando o bairro de Nova Santa Marta, antiga ocupação que foi urbanizada com obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).
Falando a uma multidão, Lula enumerou uma série de motivos pelos quais os golpistas não querem a volta do PT para governar o país. “Eles têm medo que a gente possa voltar e provar que esse país pode ser feliz, que a autoestima seja recuperada, que volte a ter emprego, que a gente retome a indústria naval. Estão destruindo tudo, entregando o petróleo que é nosso para as empresas multinacionais. Até a Embraer está sendo vendida para a Boeing”.
E os motivos foram sendo expostos um a um:
“Eles não querem que a gente volte porque, durante 12 anos, o salário mínimo aumentou neste país conforme o PIB e a inflação.
Não querem que a gente volte porque, durante 12 anos, todas as categorias organizadas de trabalhadores receberam aumento real de salário.
Não querem que a gente volte porque criamos o Prouni e colocamos o filho do pobre nas universidades.
Colocamos mais jovens na universidade em quatro anos do que eles colocaram a vida inteira, nós aprovamos as cotas para que meninos e meninas negras pudessem entrar na universidade.
Eles não querem que a gente volte porque, pela primeira vez, o filho do pedreiro pode entrar na universidade e virar doutor.
Não querem que a gente volte porque o pobre passou a ter direito de comer filé, ter carro, televisão, celular.
Não querem que o povo aprenda a ter cidadania, a andar de cabeça erguida. A vida inteira eles acharam que pobre gosta de se vestir mal, andar mal”.
Haddad vai recuperar o tempo em que o salário mínimo tinha aumento real, em que o filho de pedreiro virava doutor, em que pobre andava de avião e comia filé.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Live do Conde: Lula deve voltar à campanha

Não vai sair na Globo: O que está por trás do mito da “Petrobras quebrada”


O Mito da “Petrobras quebrada”
por Cláudio Oliveira e Felipe Coutinho*
A citação “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” é atribuída à Joseph Goebbels, ministro da propaganda da Alemanha Nazista. Já “A verdade é filha do tempo, e não da autoridade” teria sido dita por Galileu Galilei, físico, matemático, astrônomo e filosofo italiano que viveu entre ou séculos 16 e 17 e foi personalidade fundamental na revolução cientifica.
No Brasil de hoje vemos as autoridades do governo federal, da Petrobras e seus porta vozes da grande mídia repetirem mentiras sobre a Petrobras. Mas elas não se sustentam e o tempo revela que são falsas. Neste artigo vamos ajudar o tempo no seu trabalho de revelar o mito sobre a “quebra da Petrobras”.
O endividamento da Petrobras tem sido uma das principais justificativas oficiais para a privatização fatiada da estatal, com alienação de mais de US$ 34 bilhões até 2021. A corrupção revelada pela Lava Jato e que vitimou a Petrobras é usada para construir o senso comum e convencer a opinião pública de que não há alternativa.
“Alavancagem financeira” ou simplesmente “alavancagem” é o uso de endividamento (recursos de terceiros) para viabilizar o lucro e a geração de caixa das empresas no futuro. A indústria do petróleo se caracteriza por projetos de longa maturação, o investimento leva cerca de 10 anos para começar a gerar caixa.
Decisões tomadas hoje serão percebidas daqui a uma década. Ou ainda, decisões tomadas há 10 anos atrás são percebidas hoje.
Quando o portfólio de projetos de uma empresa de petróleo permite o aumento da produção, e da receita, a dívida é benigna e facilmente gerenciável. A Petrobras tem dívida maior do que suas concorrentes multinacionais porque descobriu o pré-sal e dispõe do mercado brasileiro que além de grande tem potencial para crescer.
Nosso consumo per capita de energia é moderado, muito inferior ao dos países desenvolvidos. As multinacionais de capital privado têm reservas e mercados declinantes, não tem perspectiva de crescer e usam o endividamento para pagar dividendos, ou recomprar suas ações para valorizá-las e assim atender aos acionistas.
A realidade da Petrobras é muito melhor, por isso seus ativos, reservas e mercado são alvo da cobiça internacional que foi revelada pelo Wikileaks.
Indústrias básicas como siderurgia, papel e celulose, mineração etc., levam de três a quatro anos para implantação de um projeto. Para atender esta situação os agentes financeiros criaram linhas de crédito com carência de até quatro anos, ou seja, o tomador do empréstimo durante os primeiros quatro anos paga somente os juros sobre o valor da dívida, a amortização só começa a ocorrer após o quarto ano, quando o projeto entra em operação e começa a gerar lucro e caixa.
Caso venham a ocorrer atrasos na implantação do projeto a empresa tomadora do
empréstimo deverá procurar “rolar” a dívida até que o projeto entre em atividade. Ou seja, a empresa refinancia a dívida até que o projeto comece a gerar caixa para iniciar as amortizações.
Na indústria do petróleo, no entanto, a maturação dos projetos dura em torno de dez anos. Significa dizer que, iniciado um projeto o retorno em lucros e geração de caixa só começa a ocorrer depois desse prazo.
Como não existem linhas de crédito com dez anos de carência, este tipo de indústria, em tese, precisa “rolar” ou refinanciar suas dívidas até a entrada em operação dos projetos.
A dívida da Petrobras evoluiu conforme mostrado na tabela abaixo:(Observação: apresentamos a dívida da Petrobras em US$ tendo em vista que 80% do endividamento da empresa é em moeda estrangeira, principalmente US$, portanto é a melhor moeda para retratá-la)
Com a descoberta do pré-sal (2005) a Petrobras planeja o seu desenvolvimento e produção. Entre 2010 e 2014 a empresa investiu mais de US$ 200 bilhões (média superior a US$ 40 bilhões ano), notadamente no pré-sal, e esta é a principal origem da dívida da empresa.
Neste período (2010/2014) adotaram-se políticas de conteúdo local para o desenvolvimento da indústria naval e de petróleo, treinamento e geração de empregos. Montante proporcional de impostos foram gerados para a União os Estados e os Municípios.
Segundo a Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEIN) para cada US$ 1000 investidos pela Petrobras, são gerados cerca de US$ 650 em investimentos de outros setores, o que demonstra a importância dos investimentos da Petrobras para o país.
No final de 2014, ainda no governo Dilma, com o surgimento da Operação Lava Jato e tornados públicos os problemas de corrupção contra a Petrobras, todo o processo de investimentos foi freado subitamente.
Com a evolução cambial em 2015, quando o dólar subiu de R$ 2,66 (Dez/2014) para R$ 3,95 (Dez/2015), a dívida da empresa em reais subiu de R$ 351 bilhões para R$ 492 bilhões. Aproveitando-se desta situação parte da mídia criou o mito de que a Petrobras teria uma dívida impagável, a maior dívida entre todas as grandes petroleiras.
Primeiro é preciso lembrar que as grandes reservas de petróleo do mundo pertencem aos Estados Nacionais, cujas estatais não precisam revelar o nível de seus endividamentos. As disponibilidades de financiamento são articuladas estrategicamente com a política monetária, a administração da reserva e da balança comercial nacionais.
A comparação feita pelo cartel da mídia empresarial corporativa é com a chamadas “majors”, Chevron, Exxon, BP, Shell e Total, que são empresas em severa decadência de produção, reservas e geração de caixa. A dívida delas é inferior à da Petrobras porque elas não têm bons projetos para investir. Se tivessem acesso a províncias como a do pré-sal, suas dívidas seriam compatíveis e até maiores do que a dívida da Petrobras.
Um parâmetro didático para entender a capacidade de endividamento é simular um empréstimo imobiliário. Se você informar que dispõe de uma renda bruta anual de R$ 100 mil, o sistema dirá que você pode obter um empréstimo superior a R$ 200 mil. Sem nenhuma dificuldade. No caso da Petrobras, o empréstimo ainda possibilita o aumento da produção e da renda anual, diferente do seu caso como assalariado, o que torna ainda mais fácil a administração da dívida.
Vamos comparar a receita da Petrobras com sua dívida, em reais:
Verificamos que a dívida da Petrobras só foi superior à receita em 2015 em função da forte elevação cambial e em 2016 devido a uma estranha queda de receita ainda não bem explicada pela empresa, e que será motivo de análise em próximos artigos.
De qualquer forma, é evidente que a capacidade de gerar receita é compatível com o endividamento. Por isso não faltam recursos quando a Petrobras acessa os mercados de crédito nacional e internacional.
Evidentemente pode existir concentração de amortização da dívida em alguns exercícios. Para a Petrobras as amortizações da dívida estão dispostas da seguinte
forma:
Nota-se que existe alguma concentração de amortizações em 2019 e 2020, mas nada preocupante pois existe tempo para a empresa se preparar através da rolagem de dívidas e/ou assumindo novos empréstimos, além amortização a partir da pujante geração de caixa. Para isto serve a diretoria financeira.
Sendo que os investimentos no pré-sal foram feitos a partir de 2010 (vide tabela 1), e a maturação dos projetos na área de petróleo levam dez anos, é de se esperar que a partir de 2020 o retorno dos investimentos comece a aparecer.
O quadro de Usos e Fontes do PNG 2017/2021 mostra isto:
A geração operacional de caixa (US$ 158 bilhões) no período, representa uma média anual superior a US$ 30 bilhões por ano.
Olhando a geração operacional dos últimos exercícios nós temos o seguinte:
A geração operacional tem girado em torno de US$ 26 bilhões. Como o “Usos e Fontes” do PNG 2017/2021 indica uma média de geração anual em torno de US$ 30 bilhões, podemos estimar que na ponta (2020/2021) a geração estará em torno de US$ 35 bilhões, gerando um excedente significativo para a amortização da dívida.
Ocorre que a atual administração da Petrobras quer reduzir a dívida o mais rápido possível, mesmo fora do tempo adequado para isto. Antecipou de 2020 para 2018 a meta de redução da alavancagem, medida pela razão entre a dívida liquida e a geração de caixa, em 2,5. Sem a antecipação da meta não seria necessário privatizar os US$ 19,5 bilhões em ativos até 2021. A antecipação da meta foi a forma encontrada para justificar o massivo desinvestimento, a toque de caixa.
Analisando a Tabela 1, verificamos que em 2015, ainda no governo Dilma, a dívida foi desnecessariamente reduzida em US$ 10 bilhões. Em 2016 além de uma redução da dívida em US$ 8 bilhões, por pressão do governo a Petrobras adiantou R$ 20 bilhões (US$ 6 bilhões) para o BNDES aliviar seu caixa. Em função disto ocorreu uma forte redução de importantes investimentos em 2015 e 2016.
Ainda mais, baseado nesta pretensa necessidade de redução de dívida, em 2016 foram vendidos ativos no valor de US$ 13 bilhões, dos quais apenas US$ 2 bilhões entraram em caixa.
E notem que contradição, neste período todo a companhia manteve valores altíssimos em caixa sem utilização. Ainda assim a alavancagem se reduziu drasticamente de 5,11 para 3,54, entre o 4º trimestre de 2015 e o de 2016.
Para se ter uma ideia do absurdo, mostramos abaixo o saldo de caixa da Petrobras comparado com o da Exxon, maior petroleira americana cujo faturamento anual é mais que o dobro da Petrobras.
Voltando ao “Usos e Fontes” do PNG 2017/2021, verificamos que se a Petrobras tiver um caixa no mesmo nível da Exxon, a venda de ativos prevista (US$ 19,5 bilhões) não é necessária, basta utilizar o caixa existente, mesmo se insistindo com a antecipação desnecessária da redução da alavancagem.
Finalizando é bom lembrar que o diretor financeiro Ivan Monteiro, em entrevista coletiva no último mês de janeiro, informou aos jornalistas que “independentemente de venda de ativos ou de captação de novos recursos, a empresa já dispõe dos recursos para cumprir seus compromissos nos próximos 2,5 anos”.
Na divulgação dos resultados de 2016, via teleconferência, o mesmo diretor foi perguntado se a meta de alavancagem 2,5 fosse atingida antes do tempo previsto, se a venda de ativos poderia ser reduzida. O diretor Ivan Monteiro responde que não, que seria mantida, o que ajuda a revelar que venda de ativos não diz respeito a necessidade financeira.
O mito da “Petrobras quebrada” está sendo revelado, outros mitos serão criados para justificar a privatização da estatal e a alienação do petróleo, em favor de poucos, das multinacionais do petróleo, dos bancos e de seus lacaios.
Brasileiros conscientes e patriotas precisam se organizar para defender o maior patrimônio nacional: o petróleo do pré-sal e a Petrobras.
* Cláudio Oliveira é economista aposentado da Petrobras e Felipe Coutinho é engenheiro químico e presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET)
https://www.viomundo.com.br/denuncias/petrobras-2.html
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