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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Dilma: divulgação de delação de Palocci é "novo factoide eleitoral"

Em nota intitulada "As velhas mentiras de Palocci e o novo factoide eleitoral", a ex-presidenta Dilma Rousseff rechaçou o vazamento do que ela chama de "delação implorada", em referência à colaboração premiada do ex-ministro. Para ela, "é estarrecedor" que uma delação não aceita pelo Ministério Público seja acolhida e tenha tido seu sigilo quebrado às vésperas da eleição.Na delação que Moro tornou pública, Palocci afirma que duas campanhas de Dilma Rousseff para a Presidência custaram R$ 1,4 bilhão, mais do que foi declarado à Justiça Eleitoral. Em resposta, Dilma afirma que o valor é "absolutamente falso". "Apenas a hipótese de recursos tão vultosos não terem sido detectados evidencia o desespero de quem quer salvar a própria pele", acusa.
Na sua avaliação, "tal afirmação, pela leviandade e oportunismo delirantes, só permite uma conclusão: que o senhor Palocci saiba onde se encontra R$ 1 bilhão, já que o valor declarado e aprovado pelo TSE, é cerca de um terço disso". 




Leia a íntegra:


As velhas mentiras de Palocci e o novo factoide eleitoral

Dilma rechaça vazamento da "delação implorada" e diz que só ex-ministro pode dizer onde estão R$ 1 bilhão

1. Embora tenham sido feitas há quase sete meses, e rejeitadas pelo Ministério Público Federal da Operação Lava a Jato, as delações sem provas do senhor Antônio Palocci foram surpreendentemente acolhidas pelo juiz federal da 13ª Vara de Curitiba, nesta segunda, e amplamente divulgadas pela mídia, há exatos seis dias da eleição presidencial.

2. Dadas em abril deste ano, as declarações do senhor Palocci tentam incriminar Lula, Dilma e outros dirigentes do PT, para obter o prêmio da liberdade, da redução da pena e da posse de recursos os quais é acusado de ter acumulado ilegalmente.

3. O desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF-4, já havia sentenciado, em 21 de junho deste ano, que “não cabe neste momento inicial o exame detido do conteúdo das declarações prestadas” por Palocci. “Tampouco o momento da homologação é adequado para aferir a idoneidade dos depoimentos dos colaboradores”.

3. Com isso, o desembargador suspendeu a tramitação do termo de colaboração por três meses, para que Palocci apresentasse “à autoridade policial elementos probatórios minimos de suas alegações”. O que ele não fez.

4. É estarrecedor, portanto, que uma delação não aceita pelo Ministério Público, e suspensa por um juiz de segunda instância, seja acolhida e tenha tido seu sigilo quebrado por um juiz de primeira instância. Sobretudo, neste momento em que o povo brasileiro se prepara para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

5. Em sua terceira tentativa de delação “implorada”, o senhor Palocci inventa que as duas campanhas de Dilma à Presidência teriam arrecadado R$ 1,4 bilhão. Trata-se de um valor absolutamente falso. Apenas a hipótese de recursos tão vultosos não terem sido detectados evidencia o desespero de quem quer salvar a própria pele.

6. Tal afirmação, pela leviandade e oportunismo delirantes, só permite uma conclusão: que o senhor Palocci saiba onde se encontra R$ 1 bilhão, já que o valor declarado e aprovado pelo TSE, é cerca de um terço disso.

7. O que fica evidente é que a negociação feita por essa delação implica que o senhor Palocci, depois de pagar R$ 37,5 milhões, poderá “requerer ou representar ao juiz pela concessão de perdão judicial”, tenha reduzida “em até 2/3 (dois terços) da pena privativa de liberdade e/ou sua substituição por restritiva de direitos” ou, ainda, “a suspensão do processo e do prazo prescricional”.



Do Portal Vermelho Por Roberto Stuckert Filho

http://www.vermelho.org.br/noticia/315567-1

Dias Toffoli é um censor, um covarde, um inquisidor, um verme moral Editorial dos Jornalistas Livres - Pela liberdade de imprensa; pela liberdade de informação!


por Jornalistas Livres1 outubro, 2018

https://jornalistaslivres.org/dias-toffoli-e-um-censor/#comment-6015


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, vetou a possibilidade de a imprensa entrevistar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, confinado há seis meses numa cela da Polícia Federal depois de condenado sem provas, num processo que envergonha o Brasil diante dos países civilizados.

Trata-se do maior caso de censura já imposto no Brasil pós-democratização. Uma ameaça a toda a ordem democrática consagrada pela Constituição de 1988. Um cala-a-boca inominável dirigido à maior liderança popular da História nacional.

É preciso que seja dito: Dias Toffoli é um censor. Dias Toffoli é um verme moral, um inquisidor. Um covarde. Um medroso –e só ver seu olhar permanentemente esbugalhado, perscrutando possíveis inimigos à esquerda e à direita;

Tens medo de quê, Dias Toffoli?

Dependia do presidente do STF a realização, antes da eleição, da discussão no plenário da Corte, sobre a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceder entrevistas a órgãos de imprensa. O ministro Ricardo Lewandowski havia liberado na semana passada as entrevistas, o que logo em seguida foi desfeito pelo ministro Luís Fux.

Por milhares de vezes, quando rastejava aos pés dos dirigentes do PT, Dias Toffoli jurou amor à Democracia e ao Estado de Direito. À luta dos trabalhadores e às possibilidades que um governo popular teria de mitigar a tragédia cotidiana causada por centenas de anos de escravidão e exploração desumanas.

Agora, Dias Toffoli nega de uma só vez os direitos elementares de expressão, informação e manifestação (além de chutar para a lixeira a liberdade de imprensa). Alega que o faz para salvaguardar a paz e a tranquilidade das eleições que acontecerão no próximo domingo (7 de outubro).


“NÃO VOU PAUTAR CAUSAS POLÊMICAS NESSE PERÍODO. É O MOMENTO DE O POVO REFLETIR E O POVO VOTAR”, DISSE O MINISTRO, AO PROFERIR PALESTRA A ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (FADUSP), NO LARGO SÃO FRANCISCO, NESTA SEGUNDA (1º/10).

Na mesma palestra, aliás, Dias Toffoli proferiu afronta sinistra às centenas de mortos e desaparecidos da Ditadura Militar.


“NÃO ME REFIRO NEM A GOLPE NEM A REVOLUÇÃO DE 64. ME REFIRO A MOVIMENTO DE 1964”, AFIRMOU.

Pobre toga manchada! Impedir a imprensa de fazer o seu trabalho é calar a boca do país. Impedir Lula de se fazer ouvir equivale a estourar os tímpanos da sociedade, para que não se escute a voz do contraditório. Uma das formas de tortura mais apreciadas pelos agentes da Ditadura, não por acaso, era o “telefone” –tapas simultâneos e fortíssimos nos ouvidos dos presos, para ensurdecê-los.

Não existe democracia sem informação. Não existe democracia sem imprensa livre. Até a fibra mais insignificante da toga encardida de Dias Toffoli sabe disso.

Mas ele não se importa e tenta a todo custo calar Lula e a imprensa. Para impedir Lula de dizer a todo o povo brasileiro que outro caminho é possível, além da terra arrasada prometida pelos apóstolos do apocalipse neoliberal. Este é o medo dos covardes como Dias Toffoli.

Não é o fato de Lula ser um condenado o que o impede de conceder entrevistas. Como lembrou o ministro Lewandowski, “é muito comum diversos meios de comunicação entrevistarem presos por todo o país, sem que isso acarrete problemas maiores ao sistema carcerário”. E é mesmo: Fernandinho Beira-Mar, Cristian Cravinhos, Suzane Von Richthofen, Maníaco do Parque, Cabo Bruno e tantos outros, foram entrevistados na cadeia (veja os links do fim do texto).

Todos esses “perigosíssimos” bandidos puderam falar porque nenhum deles era Lula. Nem representava o que ele significa para o empoderamento do povo pobre, ofendido e humilhado. Nenhum deles tinha contra si todo o grande Consórcio que reúne o Judiciário, a PF, os interesses multinacionais, os parlamentares corruptos e a grande mídia oligopolista do Brasil, “com o Supremo, com tudo”, como sintetizou um dos articuladores do golpe contra Dilma Rousseff, Romero Jucá.

A toga imunda de Dias Toffoli não moveu uma prega diante de ato criminoso do juiz Sergio Moro, que acaba de levantar o sigilo sobre a Delação Premiada do ex-petista Antonio Palocci, preso há um ano. Palocci sabe que o passaporte para sua liberdade é falar qualquer coisa bombástica contra o PT –com provas ou sem, tanto faz.

Mas isso não importa.

Pouco importa que a Constituição seja enxovalhada. Que se favoreça a ascensão do fascista Bolsonaro –e pau nas mulheres, nos negros, nos gays, nos índios. A toga rota de Dias Toffoli nem liga.

Vale tudo contra a esperança que Lula representa.

Em tempo: Quando este texto estava sendo postado na internet, ficamos sabendo da decisão de Ricardo Lewandowski, reafirmando a liberação da entrevista de Lula à Folha de S.Paulo. Felizmente, ainda há homens e mulheres que honram seu compromisso com os valores mais altos da Justiça.


“REAFIRMO A AUTORIDADE E VIGÊNCIA DA DECISÃO QUE PROFERI NA PRESENTE RECLAMAÇÃO PARA DETERMINAR QUE SEJA FRANQUEADO, INCONTINENTI, AO RECLAMANTE E À RESPECTIVA EQUIPE TÉCNICA, ACOMPANHADA DOS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS À CAPTAÇÃO DE ÁUDIO, VÍDEO E FOTOJORNALISMO, O ACESSO AO EX-PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, A FIM DE QUE POSSAM ENTREVISTÁ-LO, CASO SEJA DE SEU INTERESSE, SOB PENA DE CONFIGURAÇÃO DE CRIME DE DESOBEDIÊNCIA, COM O IMEDIATO ACIONAMENTO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA AS PROVIDÊNCIA CABÍVEIS, SERVINDO A PRESENTE DECISÃO COMO MANDADO” (RICARDO LEWANDOWSKI)


https://jornalistaslivres.org/dias-toffoli-e-um-censor/#comment-6015


Veja entrevistas de alguns criminosos condenados:



STF ignora Fux, intima juíza de Moro e Lula dará entrevista


Tudo ocorreu como o Blog da Cidadania previu. Na 6ª feira, o STF se transformou em versão ampliada do TRF4 – que, em julho, teve disputa entre magistrados sobre habeas-corpus para Lula. No STF, produziu-se disputa entre Lewandowski e Fux sobre Lula dar entrevistas à imprensa. Um autorizou, o outro proibiu. Agora, Lewandoski cancela a proibição, intima Moro a que deixe Lula dar entrevistas.
Manhã de sexta-feira 28 de setembro: o ministro do STF Ricardo Lewandowski autoriza o ex-presidente Lula a dar entrevistas à imprensa.
Tarde de Sexta-feira 28 de setembro: o ministro do STF Luiz Fux atende a pedido do Partido Novo e proíbe Lula de dar entrevistas.

O ministro Lewandowski reafirmou a autoridade e vigência de sua decisão, emitida no dia 28/09, em que concede o direito à Folha de S. Paulo e ao jornalista Florestan Fernandes Júnior, de entrevistarem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lewandowski determina que sua ordem seja cumprida imediatamente, sob pena de configuração do crime de desobediência.
Diz o documento:
“Em face de todo o exposto, reafirmo a autoridade e vigência da decisão que proferi na presente Reclamação para determinar que seja franqueado, incontinenti, ao reclamante e à respectiva equipe técnica, acompanhada dos equipamentos necessários à captação de áudio, vídeo e fotojornalismo, o acesso ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a fim de que possam entrevistá-lo, caso seja de seu interesse, sob pena de configuração de crime de desobediência, com o imediato acionamento do Ministério P
úblico para as providência cabíveis, servindo a presente decisão como mandado
Comunique-se ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, à Juíza Federal da 12ª Vara Federal de Curitiba/PR”
— previsão cumprida
A ilegalidade da decisão de Fux era flagrante. O pedido do Partido Novo para suspensão da entrevista de Lula era ilegal porque uma entidade de direito privado não poderia ter feito tal pedido e, também, porque Fux não tinha competência para julgar o caso, que estava com Lewandowski.
Magistrados como Luiz Fux, nesse episódio, como Luiz Roberto Barroso, no caso da desobediência à determinação da ONU de que Lula pudesse disputar a eleição, e de Sergio Moro, cassando habeas-corpus do desembargador Rogério em favor de Lula estão emporcalhando a imagem do Brasil no exterior.
O ministro Ricardo Lewandowski revelou desassombro e correção ao pôr as coisas de volta nos eixos. Espera-se que Fux pare de agir como militante do MBL e passe a se comportar como magistrado, porque ele já ameaça cometer crime para agradar grupos políticos.

Confira a reportagem em vídeo

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Você sabia? Haddad já foi eleito o melhor prefeito da América Latina 30-Sep-2018




A gestão inovadora de Fernando Haddad em São Paulo teve grande reconhecimento internacional. Há dois anos, ele foi o grande vencedor do Mayors Challenge (Desafio dos Prefeitos), com um projeto que conecta os pequenos produtores de alimentos orgânicos aos mercados e restaurantes da cidade.

São Paulo se destacou em quatro critérios: a visão e criatividade da proposta, potencial de impacto, potencial de transferência e viabilidade de implementação. E não foi fácil: concorreram 290 cidades de 19 países da América Latina e do Caribe.

Além de ajudar os agricultores a prosperar, o ‘Ligue os Pontos’ promove o uso sustentável da terra e protege o abastecimento de água da maior cidade da América Latina.

A vitória foi coroada por um prêmio de 5 milhões de dólares (quase 20 milhões de reais), revertido aos cofres públicos da cidade. A disputa é iniciativa da Bloomberg Philantropies, ONG do empresário Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York.

Ao anunciar o nome do petista, ele destacou que são as ações do poder municipal que realmente mudam a vida das pessoas.

https://www.redemundonoticias.com/single-post/2018/09/30/Voc%C3%AA-sabia-Haddad-j%C3%A1-foi-eleito-o-melhor-prefeito-da-Am%C3%A9rica-Latina


ATENÇÃO, pessoal do Rio❗❗❗ Por favor!!!! Bora lembrar que senador fica lá por 8 anos!!! A gente precisa de um parlamento progressista e combatente! ***Anota o número, passa praquela pessoa que nem sabe em quem votar: ***Lindbergh 131


Lindberg Farias
Lindberg Farias
Senador pelo Rio de Janeiro
Período1º de fevereiro de 2011
até a atualidade
Prefeito de Nova Iguaçu
Período1º de janeiro de 2005
até 31 de março de 2010
Antecessor(a)Mário Pereira Marques Filho
Sucessor(a)Sheila Gama
Deputado Federal pelo Rio de Janeiro
Período1º de fevereiro de 1995
até 31 de janeiro de 1999

1º de fevereiro de 2003
até 21 de dezembro de 2004
42º Presidente da UNE
Período1992 a 1993
Antecessor(a)Patricia de Angelis
Sucessor(a)Fernando Gusmão
Dados pessoais
Nascimento8 de dezembro de 1969 (48 anos)
João Pessoa, (PB)
CônjugeMaria Antonia Goulart
PartidoPCdoB (19851997)
PSTU (19972001)
PT (2001–presente)
Luiz Lindbergh Farias Filho, conhecido como Lindberg Farias (João Pessoa8 de dezembro de 1969), é um ex-líder estudantil e político brasileiro. Atualmente, é senador da República pelo Partido dos Trabalhadores.[1] É casado e pai de três filhos.[2]
Lindberg ganhou fama como líder estudantil. Em 1992, obteve destaque no cenário nacional quando, enquanto presidente da União Nacional dos Estudantes, tornou-se um dos principais líderes do movimento estudantil dos caras-pintadas contra o então presidente Fernando Collor de Mello (com quem, após se tornar político, se aliou[3][4][5]). Lindbergh cursou medicina e direito, mas nunca chegou a concluir nenhuma graduação.[6]
Após sair do movimento estudantil, foi eleito deputado federal por dois mandatos. Também foi eleito e reeleito prefeito do município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Em 2010, elegeu-se senador pelo Rio de Janeiro.

domingo, 30 de setembro de 2018

Fernando Haddad, candidato de Lula à Presidência, participa do debate da Record. #Vote13 #OVotoNaRec


O impeachment da Dilma e a prisão de Lula foram para os EUA roubarem o n...

Eleição de Haddad vai ser resposta do povo ao golpe, diz Lula em bilhete

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR) desde abril, escreveu um bilhete publicado em seu perfil no Twitter neste sábado (15).
No recado, ele diz: "A eleição do Haddad vai ser a resposta do povo brasileiro ao golpe! Aos que sabotaram a democracia e tentaram impedir a soberania do voto popular. Lula."
Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação de Lula, foi oficializado candidato do PT à Presidência na semana passada. Ele registrou 13% das intenções de voto em pesquisa Datafolha na sexta-feira (14).
30 de setembro de 2018
Companheiras e companheiros do PT, 
Estamos chegando à reta final de uma das campanhas eleitorais mais importantes da nossa história. Estamos lutando pelos direitos do povo, pela soberania do país e até mesmo pelo restabelecimento da democracia.
Estamos lutando pela nossa dignidade e pela liberdade do povo. 
Fui proibido arbitrariamente de disputar essa eleição, como era desejo da maioria. Mas se a injustiça fechou a porta da minha candidatura, o povo está abrindo outra, que é a candidatura do companheiro Fernando Haddad. 
Ele me representa nesta eleição e, tenho certeza, vai cuidar da nossa gente com carinho, como eu sempre cuidei.
Por isso peço a vocês que lutem muito pela eleição do Haddad. Saiam de casa todos os dias para fazer campanha e pedir votos para ele. Façam por ele como se fosse por mim.
Mais uma vez, a vitória vai depender muito da garra e do empenho de cada militante. Essa é a diferença que sempre nos fez crescer nos momentos decisivos. Só PT tem essa militância que é a alma do nosso partido.
Vamos juntos, companheiras e companheiros, para vencer mais uma vez.
Um abraço com muito carinho do
Lula

MDA/CNT: Haddad sobe oito pontos e lidera corrida presidencial








30 de setembro de 2018
Faltando uma semana para as eleições, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, assume pela primeira vez a liderança da corrida presidencial, em situação de empate técnico com Jair Bolsonaro (PSL). As intenções de voto em Haddad seguem em movimento ascendente, enquanto todos os demais estagnaram.
Segundo pesquisa MDA divulgada na madrugada deste domingo (30/09), Haddad subiu oito pontos em relação à pesquisa anterior e agora tem 25,2% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro estacionou em 28,2%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Nas simulações de segundo turno, Haddad vence por 42,7% a 37,3%, placar próximo do apurado também pelo último Datafolha, divulgado na sexta-feira (28/09). Bolsonaro só ganha de Haddad na taxa de rejeição: 55,7% a 48,3%.
Entre os demais candidatos, Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro com 9,4%, seguido de Geraldo Alckmin (PSDB) com 7,3% e Marina Silva (REDE) com 2,6%.
A pesquisa, encomendada pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes), ouviu 2.002 pessoas entre 27 e 28 de setembro e está registrada no TSE sob o número BR-03303/2018.

#EleNao: Campanha contra Bolsonaro é um dos assuntos mais comentados do mundo

Mulheres deram o pontapé inicial de uma campanha contra o candidato do PSL e a tag #EleNao, em referência ao militar da reserva, já é o assunto mais comentado do Twitter no Brasil e está entre os mais populares do mundo

Depois da divulgação do grupo de mulheres no Facebook que se posicionam contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), foi dado início a uma intensa campanha online contra o militar da reserva e suas propostas conservadoras e reacionárias.
Nesta quinta-feira (13), a hashtag #EleNao, em referência ao militar da reserva, alcançou o primeiro lugar dos Trending Topics do Twitter no Brasil e está entre as tags mais utilizadas do mundo.
Nas postagens, internautas explicam os motivos pelos quais não votam em Bolsonaro e expõem declarações e propostas consideradas machistas, homofóbicas ou racistas. Muitos dos que estão participando da mobilização se recusam, inclusive, a escrever o nome do candidato.

MULTIDÕES SE LEVANTAM NO BRASIL CONTRA O FASCISMO DE BOLSONARO

Milhares de mulheres comparecem às ruas em várias capitais brasileiras para se manifestar contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), repudiado cada vez mais pelo público feminino por causa de suas posições misóginas. 

Os atos deste sábado (29) ocorrem em várias capitais e também em países como Portugal, Itália, Argentina, Alemanha e França.

 A deputada federal Benedita da Silva (PT-DF) afirmou que se trata de “um dia histórico em defesa da democracia e das liberdades individuais contra o racismo, o machismo e a intolerância”.

A vice na chapa presidencial do PT, Manuela D’Ávila (PCdoB) também criticou o candidato. 
“Defendemos o 13 e os direitos dos trabalhadores. Elenâo. 

Gritamos Fora Temer. EleNão. Defendemos que as mulheres, negros, indígenas, LGBT’s tenham dignidade. EleNão”, afirmou.

O presidenciável do PSL já proferiu declarações, como “eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. 

A declaração foi concedida em palestra na Hebraica, no Rio de Janeiro, em abril do ano passado.

Em 2014, o deputado federal disse que não estupraria a colega Maria do Rosário (PT-RS) porque ela não merecia. 

“Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”, afirmou o congressista, após a parlamentar defender vítimas da Ditadura Militar (1964-1985).


A mobilização inicial foi marcada pelo movimento Mulheres Unidas Contra Bolsonaro e depois se espalhou por várias capitais brasileiras. 

No último dia 19, movimento divulgou um vídeo dizendo que “não sabe respeitar uma criança. 

Ele não sabe respeitar uma mulher. Ele não respeitar as diferenças e tudo tem que ser do jeito que ele quer”.


Outra declaração repudia pelas mulheres, que representam mais de 50% do público feminino, veio do general Hamilton Mourão (PRTB), vice de Bolsonaro. 
O militar disse o narcotráfico recruta jovens de famílias pobres “sem avô e pai, mas com avó e mãe”. 

“A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. 

Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, mas sim mãe e avó. 

Por isso, é uma fábrica de elementos desajustados que tendem a ingressar nessas narco-quadrilhas”
Fonte: https://clickpolitica.com.br/

Porque é ele ! Educado , sereno , simpático etc... Não basta ser, o pai de família Tem que ser o Presidente do Brasil !



Lula é Haddad .......... Haddad é LULA

QUE FIQUE REGISTRADO DESDE JÁ: AS MULHERES SALVARAM O BRASIL EM 2018

Carta Maior – O movimento #EleNão que extrapolou as fronteiras nacionais, conquistando apoio de mulheres do mundo todo; o grupo Mulheres contra Bolsonaro no Facebook; a militância aguerrida, cotidiana, nas ruas e nas redes; todas as manifestações organizadas pelas mulheres brasileiras foram, estão sendo e serão, não tenho dúvidas, cruciais no estancamento da marcha fascista.
Ensinando a todos, que crescemos em meio a inúmeros privilégios desta cultura machista, elas conseguiram criar uma rede nacional e internacional em torno de um propósito superior às disputas partidárias: a defesa dos valores civilizatórios. As mulheres brasileiras mudaram o rumo desta eleição. Elas deram o tom: do Oiapoque ao Chuí, é possível ouvir “ele não”.
Principais vítimas de um Brasil que custa em manter sua civilidade, elas dizem não à misoginia de Jair Bolsonaro, expressa em várias ocasiões, por exemplo, sua incitação ao estupro. Fazem por si mesmas, neste momento, justiça à deputada Maria do Rosário.
As mulheres brasileiras nos ensinam, como ninguém mais poderia, a repudiar qualquer governo regido pela violência. Pelos filhos que criam, muitas vezes sozinhas, elas sabem. Sabem que desajustadas não são suas crianças, que educam com tanta dignidade; mas sim o general Mourão impedido de abrir a boca.
Pelos maridos e namorados que as ameaçam, pelo estupro e feminicídio que tanto as vitima, elas sabem. E dizem um gigantesco NÃO! à cultura da violência, da liberação do porte de armas à tortura, na qual se baseia o discurso e prática da candidatura Bolsonaro, vide a agressão a uma das organizadoras da página com mais de 2 milhões de membros no Facebook.
Sim, elas sabem e nos ensinam a repudiar qualquer governo que justifique a remuneração distinta entre gêneros, chegando ao absurdo de dizer “devem ganhar menos porque engravidam”. Sabem e nos ensinam a repudiar qualquer Estado que ameace prendê-las caso precisem interromper gestações indesejadas, porque aborto é questão de saúde pública.
E não nos enganemos: o grito de repúdio a Jair Bolsonaro é também um grito de repúdio às práticas sexistas, ao assédio tão normalizado entre nós, às brincadeiras maldosas, à tentativa de desqualifica-las, à interrupção quando elas falam, postura tão corriqueira nas entrevistas do candidato. #EleNão é tudo isso e mais um pouco.
É a demarcação de uma linha civilizatória.
Jair Bolsonaro e sua trupe terão de engolir, nas urnas, sua misoginia. Quanto a nós que não odiamos, mas amamos as mulheres e queremos para nossas filhas, irmãs, esposas e mães uma sociedade sem machismo, resta-nos aprender e, sobretudo, aplaudir a garra, a coragem e a inteligência política das mulheres brasileiras.
https://www.apostagem.com.br/2018/09/29/que-fique-registrado-desde-ja-as-mulheres-salvaram-o-brasil-em-2018/

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